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Quer saber como é feito um salgadinho?

O Gaz foi conhecer a fábrica da Elma Chips em Curitiba para mostrar a produção de Cheetos

Do tipo lua, bola ou requeijão, o Cheetos está no topo das vendas dos salgadinhos da Elma Chips. Ao lado do Fandangos, é o snack voltado essencialmente ao público jovem. Por isso o Gaz foi à fábrica saber como ele é feito e desvendar algumas curiosidades. Confira:



Prontinho em meia hora

Cerca de 30 minutos. Este é o tempo que leva para que um pacote de Cheetos seja fabricado, desde quando a farinha de milho entra na primeira máquina até o momento em que o pacote está dentro do caminhão, pronto para ser transportado.

É logo na etapa inicial que o formato do salgadinho é definido. Comprido (Cheetos Lua), redondo (Cheetos Bola) ou ondulado (Cheetos Requeijão), tudo vai depender da forma usada no chamado processo de extrusão, que é quando a massa passa por um choque térmico para expandir. Depois disso, ela vai ganhar o tempero – que diferencia um sabor do outro – e esfriar, até cair dentro da embalagem.

Mas a mesma máquina não é usada apenas para os sabores diferentes de Cheetos. Nela também se faz o Cebolitos e Fandangos, que são à base da mesma massa e também são apenas assados. A batata Ruffles, por exemplo, que além de assada é frita, requer mais etapas e leva 45 minutos para ficar pronta. De todos, o mais demorado é o Doritos, que leva 12 horas para ficar pronto, pois o cozimento do milho que vai na massa é mais lento.

Sem parar

As linhas de Cheetos e o Fandangos são as únicas da fábrica de Curitiba que nunca têm a produção interrompida. De segunda a segunda, 24 horas por dia, a máquina trabalha para dar conta da demanda. Resultado: são 1.500 quilos de salgadinho feitos por hora. Para todos os outros snacks há um descanso de um dia e meio, da tarde de sábado até a manhã de segunda-feira.



Só aqui

A Pepsico, fabricante da marca Elma Chips, tem seis fábricas produtoras de snacks pelo país. A de Curitiba, que fica no bairro Cidade Industrial (CIC), é a segunda maior, com 30% de toda a produção. Ela é a responsável por fornecer salgadinhos para os três estados da Região Sul.

Por aqui são feitos dez tipos diferentes: Cheetos, Cebolitos, Na Mesa, Doritos, Ruffles, Sensações, Fandangos, Baconzitos, Pingo d’ouro e Stiksy. Este último é exclusividade daqui (veja mais abaixo).

Da dona Elma

Elma era o nome da esposa do dono da primeira fábrica de salgadinho de Curitiba que existiu até a década de 70, quando foi comprada pela Pepsico. Eram dela as receitas dos produtos fabricados na época e do único que continua até hoje, o Stiksy, lançado em 1976. “Agora o Stiksy é consumido mais por adultos, mas a receita é a mesma”, conta o coordenador de qualidade Sul da Pepsico Brasil, Élcio Koleski.

Depois, antes dos anos 80, a companhia trouxe para cá marcas estrangeiras de snacks, que são os Cheetos, Doritos, Fandangos e as batatas. A fábrica inicial começou no bairro Boqueirão e em 1993 foi transferida para onde é hoje.


Título: Quer saber como é feito um salgadinho
Veículo: Site - Gazeta do Povo - Curitiba

Data Publicação: 16-05-2014 - Versão Online: clique aqui
 

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