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Liderança feminina

Mais do que oferecer oportunidades, a estratégia das empresas quanto ao desenvolvimento de futuras lideranças femininas vem ganhando destaque. Quando as companhias desenvolvem práticas consistentes os benefícios são mútuos.
 

A presença de mulheres em cargos de liderança está cada vez mais evidente dentro das empresas, e isso é positivo por vários motivos. Primeiro porque promove um ambiente inclusivo, que valoriza diferentes perspectivas, estimula a criatividade e favorece a inovação. Segundo, porque contribui para o desenvolvimento sustentável da sociedade, com igualdade de gênero nas atividades sociais. E terceiro, porque incentiva e impulsiona a participação de outras mulheres em posições de alto escalão. E estas são apenas três razões.
 
Apesar de modesta, a participação feminina em cargos de CEO cresceu em comparação ao ano passado, revelou a pesquisa International Business Report (IBR) – Women in Business, realizada pela Grant Thornton em 36 países, inclusive no Brasil. Por aqui, cresceu de 5% para 11% o total de mulheres na alta liderança. O salto é o mesmo quando se refere ao comando financeiro, conhecido pela sigla CFO. A pesquisa é um retrato das últimas mudanças no mundo corporativo e, claro, daquelas que ainda estão por vir.
 
Mais do que prover oportunidades, no entanto, chama a atenção a estratégia e o pensamento das empresas quanto ao desenvolvimento de futuras lideranças femininas. Ainda que seja em passos moderados, a presença das mulheres no topo das corporações ou em outros cargos de chefia não dá indícios de retrocesso e, para que continue assim, cabe às companhias desenvolverem práticas consistentes.  A mais recente pesquisa da McKinsey sobre esse assunto, publicada em setembro do ano passado, concluiu que a igualdade de gênero pode trazer um crescimento de nada menos do que $12 trilhões de dólares à economia global.
 
Para se atingir esse crescimento, é uma responsabilidade também das empresas incentivar a participação das mulheres no mercado de trabalho, a diversidade de talentos e as habilidades de todos. Na PepsiCo, que tem uma mulher como CEO (Indra K. Nooyi), existe uma política sólida de empoderamento feminino que implica também em treinamento constante de capacitação para que as funcionárias tenham um plano de carreira tangível. 
 
No Brasil, por exemplo, há uma diretriz da empresa que determina que todas as entrevistas de emprego para cargos de lideranças exigem um número igual de candidatos homens e mulheres. Como resultados, já temos mais de 40% das mulheres ocupando cargos gerenciais seniores. Se considerarmos cargos de liderança júnior, esse número chega a 46%.  Essa iniciativa é reflexo da visão de negócios da companhia, que tem a diversidade de gênero como um de seus pilares.
 
Levando em consideração que as brasileiras estão estudando mais que os brasileiros, em média oito anos frente a 7,5 dos homens, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), e que as lideranças femininas deixaram de ser um tabu em muitas corporações, o grande desafio para as empresas será desenvolver um olhar mais aberto sobre políticas de empoderamento, além de medir, documentar e publicar seus progressos. Valorizar lideranças femininas é crescer com sustentabilidade e, certamente, um bom negócio para qualquer empresa e também para a sociedade.

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